sexta-feira, 1 de julho de 2011
EDITORIAL
Voltou à pauta no Congresso Nacional, o assunto: REFORMAS. Esse é o maior desafio da Presidente Dilma Rousseff. Ou ela se consagra como presidente de pulso, ou vai entrar para o rol dos fracassados políticos. Se bem que tem ainda a alternativa de se omitir e ficar no limbo, como seus antecessores, FHC e Lula. A decisão é dela. Ou ela conduz a discussão com a competência que faltou para aqueles e realiza as tão sonhadas reformas, ou vai cair no abismo da incompetência. Na opinião da maioria, o tempo está se esvaindo e, se demorar mais, o país não vai conseguir encontrar mais o caminho que estava trilhando. Então, creio que a Presidente Dilma não tem opção senão a de promover o encaminhamento de todas as reformas imprescindíveis para o Brasil. Priorizar qualquer das reformas é como pedir ao pai que escolha de qual filho gosta mais. O pai não tem escolha. Gosta de todos os filhos igualmente. Assim com as reformas. São todas de importância vital. A que sair primeira será a locomotiva para puxar todas as outras. Depois de quebrar o tabu, de romper as barreiras e paradigmas, as outras virão quase como um parto normal, com as dores naturais, mas sem a utilização de fórceps. Então a Presidente Dilma Rousseff terá seu nome escrito em nicho de destaque na história da nossa República. Além disso o Congresso tem, na realização das reformas, a ocasião de tirar a pecha de ser um dos mais desqualificados eleito em todos os tempos. Poderá também ter seus nomes escritos na história do Brasil como os legisladores que recriaram o país. Tai um grande desafio e uma grande chance para todos os Deputados Federais e Senadores dessa, até então, lamentável legislatura. Vamos imaginar uma estátua para o Dep. Tiririca. Talvez com um livro nas mãos e um olhar inteligente pela Reforma da Educação. A do Dep. Romário, seria ele fazendo embaixadinhas com uma urna pela Reforma Eleitoral e a de tantos outros Deputados, cada um com suas estátuas dentro de sua área de atuação efetiva. Mesmo assim ficariam sobrando deputados para tantas estátuas, porque tem muitos amorfos nesse mandato. A Presidente Dilma tem que ficar atenta as interveniências externas de pessoas interessadas em sua derrota. Claro que o seu sucesso inibirá concorrentes à Presidência da República, mesmo o próprio Lula que se acha e se coloca como o dono do poder por ter tido 80% de aprovação popular. Não vou nem falar na oposição partidária, porque essa não terá a menor chance mesmo e, sem trocadilho, já está morta no ninho. O perigo mora ao lado, ou melhor, mora no mesmo partido ou na base aliada. Para o povo brasileiro, o importante são as reformas que darão ao país a condição de desenvolvido política, social, jurídica e economicamente. Assim teremos de volta o nosso orgulho e o nosso amor próprio, sem termos que ser humilhados em nenhum aeroporto do mundo, como ocorre hoje, porque o respeito do país estará restaurado por inteiro e teremos trabalho e dignidade sem a necessidade de buscarmos oportunidades em outras terras. Não sei se sonho alto demais, mas é o que espero e, tenho a impressão, que boa parte dos brasileiros de bom senso também. Não custa a gente sonhar embora a cobrança aos nossos políticos deva continuar sempre, pois foi pra isso que foram eleitos. Para representar o povo em seus anseios e suas necessidades. Esperamos que os detentores de mandato cumpram o seu dever, da Presidente a todos os Deputados Federais e Senadores da República. Que escrevam seus nomes na história, deixando que seus filhos e netos tenham orgulho de suas passagens pelo poder. Nós, todos os brasileiros, aplaudiremos de pé tamanho feito. Mas não custa rezar. Que Deus os ilumine!
Postado por
Euclydes Bezerra
às
12:40


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